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Silêncio na favela!

Frequentei o estádio do Maracanã desde pequeno. Lembro-me, se a memória não me trai, que o primeiro jogo dessa longa trajetória futebolística foi uma derrota do Flamengo para o Atlético Mineiro, placar mínimo. Por décadas fui um Arquibaldo, personagem criado por Nelson Rodrigues para se referir aos torcedores que se sentavam nas arquibancadas de concreto do velho Maraca, fazendo dupla com os Geraldinos, aqueles que assistiam os jogos em pé na Geral, espaço democrático onde torcedores dos dois times misturavam-se sem maiores dramas.
O ingresso da Geral era mais barato do que o da Arquibancada, embora este também não fosse escorchante, proibitivo aos bolsos mais comedidos. Era uma tradição familiar meu pai levar-me, aos sábados à tarde, a jogos do campeonato carioca contra equipes de menor investimento, como Bangu e América, cujas épocas áureas haviam se perdido num passado longínquo das décadas de sessenta e setenta. O público, nesses jogos, variava entre cinco e dez mil pessoas. Na vo…

De peito aberto

Presta atenção, Bambi!

Faça amor, não faça a barba.

O diabo tem razão

A gestão da sobrevivência

Miguel e a percepção do mundo

Doutrinação socialista

Mulheres

Viado!

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Corre Marcelo, Corre!

Os judeus e a degustação de orelhas