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Uma vez Flamengo, sempre Flamengo?

O roteiro era o mesmo. A metade da arquibancada do antigo Maracanã destinada à torcida rubro-negra, sempre lotada nos clássicos. As duas maiores “organizadas” do clube, a Raça Rubro-Negra e a Torcida Jovem do Flamengo, entoando seus gritos de guerra e exibindo coreografias particulares. Dizia-se que a melhor vista de estádio era de quem estava sentado na outra metade, de frente para a multidão vermelho e preta, testemunhas oculares e invejosas da beleza indescritível de um espetáculo visualmente impactante. Não à toa, no “cara ou coroa”, o capitão do “mais querido” escolhia, quando lhe cabia a primazia, “campo”, e não “bola”. Escolhia invariavelmente, no primeiro tempo da partida, o campo de frente para a torcida adversária imaginando que, se fosse preciso marcar gols no segundo tempo, de frente para a massa rubro-negra, recebendo o apoio de dezenas de milhares de vozes, o objetivo seria mais facilmente alcançado. Sabedores desta estratégia, os jogadores adversários, quando ganhavam o…

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